Presidente dos EUA, Joe Biden, encontrou-se na última segunda-feira com o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, em Londres, enquanto se preparava para participar numa cimeira de líderes da NATO, Presidente dos EUA, Joe Biden, encontrou-se na última segunda-feira com o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, em Londres, enquanto se preparava para participar numa cimeira de líderes da NATO,
Britain's Prime Minister Rishi Sunak and US President Joe Biden drink ffrom mugs as they sit in the garden of 10 Downing Street in central London on July 10, 2023, during their meeting. US President Joe Biden was in Britain on Monday for a brief visit to his key ally during which he met with Prime Minister Rishi Sunak before meeting King Charles III, and going on to a NATO summit in Lithuania. (Photo by ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP)

Por: TSF Portugal Foto: Downing Street e Andrew Caballero

Presidente dos EUA, Joe Biden, encontrou-se na última segunda-feira com o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, em Londres, enquanto se preparava para participar numa cimeira de líderes da NATO, onde se espera que a Ucrânia pressione para aderir à Aliança. O encontro durou cerca de 40 minutos. Vai ainda encontrar-se com o Rei Carlos III. RELACIONADOS Casa Branca confirma envio de munições de fragmentação para a Ucrânia Biden “aguarda ansiosamente” pela adesão da Suécia à NATO Biden e Meloni conversaram ao telefone sobre acontecimentos na Rússia “Não poderia encontrar um amigo mais próximo e um maior aliado”, afirmou o democrata, em breves declarações proferidas no início. Biden e Sunak têm-se encontrado regularmente nos últimos meses numa altura em que o líder do Reino Unido tenta reparar os laços transatlânticos, tensos devido aos mandatos turbulentos de Boris Johnson e Liz Truss.

A posição do irlandês-americano Biden sobre as disputas do Reino Unido com a União Europeia no comércio pós-Brexit na Irlanda do Norte tem sido vista como o cerne das tensões, mas as relações melhoraram desde que Sunak e Bruxelas chegaram a um acordo sobre a circulação de mercadorias, protegendo uma paz duramente conquistada após 30 anos de violência sobre o domínio britânico da província. À medida que a cimeira se aproxima têm surgido sinais de divergência, nomeadamente no que se refere ao fornecimento de munições de fragmentação à Ucrânia por parte de Washington.

Preocupação que tem eco noutros aliados ocidentais. Biden afirmou que a decisão de enviar as armas foi “muito difícil”, mas que as forças ucranianas estão a levar a cabo uma contraofensiva. Sunak não criticou diretamente os EUA, mas sublinhou que o Reino Unido é um dos 120 signatários de um acordo internacional que proíbe a utilização e o fornecimento de munições de fragmentação. “Continuaremos a fazer a nossa parte para apoiar a Ucrânia contra a invasão ilegal e não provocada da Rússia.

Somos dois dos mais firmes aliados da NATO e sei que queremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para reforçar a segurança euro-atlântica”, afirmou Rishi Sunak. À tarde, o Presidente norte-americano vai tomar chá com Carlos III, na residência real do Castelo de Windsor, a oeste de Londres. Os dois chefes de Estado deverão falar principalmente sobre o ambiente, segundo a Casa Branca, nomeadamente as conclusões de um fórum sobre financiamento climático nos países em desenvolvimento. Depois de Londres e da cimeira da NATO em Vilnius, na terça e quarta-feira, Joe Biden deslocar-se-á à Finlândia para uma reunião com os líderes nórdicos.

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